Era uma vez …

… uma história com reis e princesas, sereias e framboesas!
Como todas as histórias, esta também cresce devagarinho.
O final pouco importa porque como já aqui escrevi antes, a vida não admite conclusões.

(29.Abril.2010)

Vamos Re(começar) assim...


(21.Abril.2010)

Tranquilidade

Amigos e Amigas do Amor para Recomeçar!
Já devem ter percebido que sou uma apaixonada por fotografias e que muitas vezes as coloco neste Blog pois sinto que elas exprimem melhor do que palavras o que aqui vai dentro.
Acho que a última imagem suscitou alguma ‘preocupação’ e por isso venho partilhar com vocês que:
- Não estou trancada,
- Não perdi as chaves,
- Não me barriquei em casa,
- A porta continua aberta,
- E conheço os truques destas fechaduras.

O que se passa é que por vezes temos momentos na vida em que nos apetece ficar na nossa concha. Apenas isso.
Estou aqui e estou a voltar a caminhar, devagarinho, pois a palavra do momento é: Tranquilidade.


PS: Tranquilidade que é uma palavra ‘de grande valor’!
(19.Abril.2010)
Eu acho que ainda volto.
Mas por agora eu preciso muito de estar assim.


(13.Abril.2010)

Há já tantas vidas...



(12/11.Abril.2010)

Sem Distância

'Pega a minha mão e leva-me contigo para lá dos olhos,
Segura em mim e atira-me para além do corpo,
Enrola-me nos teus braços e ensina-me a fugir para além de mim...

Diz-me, amor, como se esventra o silêncio que não nos deixa ouvir mais nada,
Diz-me como se percorre o mundo quando não se sabe da estrada,
Diz-me como se bebe o fundo de um retorno que coalha e azeda,
Transformando as recordações brancas numa mancha negra...

Ensina-me a apanhar da beira da estrada as flores murchas.
Ensina-me a extrair delas o aroma que lhes resta.
Ensina-me a esquecer que um dia não foram turvas
As lágrimas que hoje viraram arestas
De um qualquer cubo que já foi esfera
A transbordar de luar...

Lembra-me, amor, que as pétalas de uma pequena flor
Podem ser leito, chama ou até simples odor
Mas que delas emergiu, um dia, a luz, a magia e o amor...
Lembra-me que já deitaste nos meus sonhos
E tocaste as mãos, os lábios, a pele e os ombros
Num vagar de quem só tem pressa de demorar
Para sorver cada lugar de um corpo que se esquece do pudor
e se abandona no espaço de um verbo que ensina a amar...

Agarra-me agora, meu amor, e lança-me por terra,
Trespassa a minha alma num som de guerra...
Ensina-me até a lamentar a vida,
Mas dá-me um sinal, apenas um sinal
Que me deixe erguer a bandeira ou lançar a luz,
Que me deixe gritar que fiquei perdida!...'

(http://chatalinda.blogs.sapo.pt/)
(9.Abril.200)

O Caminho para a Verdade

Caindo mas sempre explorando!
Alguns diriam que é mais fácil e cómodo ficar quieta, mas eu acho que ainda é tempo de procurar..



(9.Abril.2010)

Doce Nostalgia

A propósito do aniversário do Amor para Recomeçar, estive a reler os meus Posts desde que comecei o Blog.
Chorei.
Chorei de alegria, tristeza, nostalgia e saudade.
Depois sorri pois recordei uma menina que re(conheci) faz hoje exactamente um ano.
Com ela recordei que há sentido nas coisas enquanto tivermos Sorrisos e Flores para oferecer.



(30.Março.2010)

Haja o que Houver. Estou Aqui

Este fim-de-semana estive mergulhada no Silêncio.
Não há palavras que descrevam a magia deste terraço.



Como vos disse antes, há mundos que são só meus, por isso, desta vez, a minha experiência no retiro ficará resumida somente a duas palavras:
Deliciosamente inesperado!

(De 25 a 28.Março.2010)

365 Dias e 175 Posts depois…

O Amor para Recomeçar fez um ano!
Numa quase brincadeira com a Shiné, nasceu este meu canto e parece inacreditável que 365 dias tenham já passado.

Ouvi há pouco tempo uma expressão que penso ser um sinónimo do que para mim tem sido este Blog: Caderno de Caminhada.

É certo que alguns ‘reclamam’ que muitas vezes não entendem o que escrevo mas quero expressar a minha eterna gratidão pelas vossas visitas e comentários!

Sei que nem sempre são claras as minhas divagações, sonhos, partilhas e tropeções na estrada do absurdo, mas como escreveu Cyril Connonlly: ‘Mais vale escrever para nós mesmos e não ter público, do que escrever para o publico e não nos termos a nós mesmos.’ E acreditem, há mundos em mim que jamais partilharia neste espaço.

Ainda assim, convido-vos a continuarem a sentar-se nesta mesa onde tudo o que sirvo é cozinhado com Afecto e Verdade. ~



(26.Março.2010)

Luz Terna e Suave ...

‘.. leva-me mais longe,
Não tenho aqui morada permanente,
Leva-me mais longe.’


(25.Março.2010)